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Entenda a intolerância à lactose

A intolerância à lactose atinge mais da metade da população mundial. Sendo assim, a presença de queijos, leites e iogurtes com baixo teor de lactose no mercado é relevante para garantir saúde e qualidade de vida a este público. Entenda de uma vez por todas tudo sobre a intolerância à lactose e para quem se destina os produtos zero.

A redução da atividade da enzima lactase, na mucosa do intestino delgado, gera a diminuição na capacidade de hidrolisar a lactose, um dissacarídeo e principal carboidrato do leite. Assim, ela pode ser mal digerida. A intolerância à lactose é uma das desordens genéticas mais comuns.1

Intolerância à lactose

Quadro 1 - Intolerância à lactose

Tipos de intolerância à lactose2
  • Primária: ou hipolactasia do “tipo adulto”: início dos sintomas na adolescência/fase adulta.
  • Secundária: distúrbio do trato gastrintestinal com alteração da microbiota e da borda em escova.
  • Congênita: Herança recessiva rara
Sinais e sintomas da intolerância2
  • Borborigmo
  • Cefaleia
  • Cólica abdominal
  • Constipação
  • Diarreia
  • Dispepsia
  • Distensão abdominal
  • Dor abdominal
  • Fezes amolecidas
  • Flatulência
  • Náuseas
  • Vômito
Exames para diagnóstico da intolerância à lactose
  • Teste respiratório de hidrogênio expirado
  • Biópsia jejunal e duodenal
  • Tolerância à glicose
  • Teste genético (indicado para verificar intolerância congênita)

Para Andréia Rodrigues, nutricionista e intolerante: “É fundamental as marcas terem uma versão zero lactose, ou ainda, opções dos seus principais produtos à base de vegetais. Assim, os intolerantes não se sentem tão excluídos. Além disso, possibilita quem já nasceu intolerante ou quem adquiriu nos primeiros anos de vida a ter o contato com alguns alimentos que os não intolerantes têm”.

Para o tratamento da intolerância à lactose, o mais indicado é o uso da lactase, que pode ser adicionada no processo de fabricação dos leites e derivados. O processo de deslactosação, com adição da enzima, não provoca perdas nutricionais ou calóricas no alimento. O processo pode deixar traços de lactose, que segundo a ANVISA, é permitido até 10 mg a cada 100 ml de produto. Sendo assim, costuma ser bem tolerado para grande parte dos intolerantes, que não sofrem de ausência total da lactose endógena.

A nutricionista comenta os sinais de intolerância que presta atenção: distensão abdominal, após consumo de leites e derivados, e diarreia. Como conduta, encaminho o paciente ao gastroenterologista para tirarmos a dúvida. Caso já venha com o diagnóstico, dou início à dieta com exclusão dos alimentos” conta Andréia.

Dietas sem lactose e produtos zero

Os produtos zero lactose são desenvolvidos para dietas com indicação de baixo teor de lactose, sem a necessidade de excluir o leite. Rodrigues comenta: “Também os indico para pacientes com algum problema gastrointestinal, principalmente síndrome do intestino irritável”.

Nada adianta os alérgicos consumirem produtos com baixo teor de lactose, pois a fração proteica permanece intacta. Por outro lado, a intolerância é de fácil controle com o uso da enzima lactase, adicionada em queijos, leite e iogurtes zero lactose. ⁴ Sendo assim, não se faz necessário seguir uma dieta restritiva sem laticínios, que são importantes fontes de cálcio, proteínas, entre outros nutrientes, na alimentação. 1

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por SPRIM Brasil

Referências:

  1. DA SILVA, Marcos Vinicius Rodrigues; COELHO, Adônis. Causas, sintomas e diagnóstico da intolerância à lactose e alergia ao leite de vaca. Revista Saúde UniToledo, v. 3, n. 1, 2019.
  2. BARBOSA, Nathalia Emanuelle de Almeida; et. al. Intolerância a lactose: revisão sistemática. Para Res Med J., v. 4, n. 33, p. 1-10, 2020. Disponível em: https://www.prmjournal.org/article/10.4322/prmj.2019.033/pdf/prmjournal-4-e33.pdf.
  3. SILVA, Vinícius Rodrigues da; COELHO, Adônis. Causas, sintomas e diagnóstico da intolerância à lactose e alergia ao leite de vaca. Revista Saúde UniToledo, Araçatuba, SP, v. 03, n. 01, p. 20-31, abr. 2019. Disponível em: http://www.ojs.toledo.br/index.php/saude/article/view/2936/476. Acesso em: 04/11/2021.
  4. MATTAR, Rejane; MAZO, Daniel Ferraz de Campos. Intolerância à lactose: mudança de paradigmas com a biologia molecular. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 56, p. 230-236, 2010.

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