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Legenda: Só vale se for a versão amarga, em?

Levar uma vida mais saudável pode parecer um grande desafio, mas o segredo está justamente no equilíbrio. Ninguém precisa abrir mão de certos prazeres, como o chocolate. Basta escolher as versões mais amargas para continuar com o docinho no cardápio e, de bônus, aumentar a imunidade.

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O chocolate amargo é fonte de zinco, um nutriente muito importante que não é produzido naturalmente pelo organismo. E qual a relação de chocolate e imunidade – você deve estar se perguntando. O zinco atua na cicatrização de feridas, na reprodução de células e como antioxidante contra os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce por conta da degradação das nossas células. Já dá para ter uma ideia da importância para o sistema imunológico, né?

Embora a imunidade seja mais complexa do que um pedaço de chocolate, alguns alimentos fortalecem nossas barreiras e diminuem as chances de ficarmos doentes. Por isso é ótimo pensar com carinho no cardápio para incluir alimentos ricos em zinco, como o chocolate amargo.

Procure por alimentos de origem animal como carne bovina, ostras, fígado e rins de boi e frutos do mar. Também recomenda-se caprichar no feijão e leguminosas (lentilha, ervilhas e grão-de-bico), frutas secas e castanhas, como amêndoa, semente de linhaça, amendoim e castanha de caju, cereais integrais (arroz, aveia, quinoa, centeio e cevada, por exemplo) e também no leite de vaca.

Mesmo o chocolate amargo (a partir de 70%) sendo um docinho do bem, o excesso não é sinônimo de equilíbrio. Aliás até zinco demais pode causar problema: náuseas, vômito, dores abdominais e anemia ou deficiência de cobre. O ideal você já deve imaginar, né? Para ter certeza de que sua saúde está em dia converse com um profissional de saúde e fique de olho para não vacilar na alimentação.

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