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Qual a diferença entre atividade física e exercício físico?

Legenda: 
Diferença entre atividade física e exercício físico

E aí, você anda praticando muita atividade física – ou muito exercício físico? Essas são, sim, duas coisas distintas e o Que bem que faz está aqui para te responder qual a diferença entre exercício físico e atividade física. Então, prepare o fôlego, porque este artigo vai fazer todo o seu corpo se mexer.

Para começar, um resumo: a atividade física é qualquer tipo de movimento que se faça e que leve a gastar energia; já o exercício físico é quando a prática é planejada e segue uma repetição, como um treino.

Ainda ficou confuso? Sem problemas! Como foi dito, isso é só uma preparação, um aquecimento para detalhar as principais diferenças entre exercício físico e atividade física. O mais importante é entender que os dois são bons e levam a uma vida saudável!

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A atividade física

Se você é daquelas pessoas que já acordam bem dispostas e logo correm para preparar um bom café da manhã e arrumar a casa para deixá-la limpa e organizada, saiba que, ao cumprir essas tarefas domésticas que fazem parte da rotina, você já está praticando uma atividade física. É isso mesmo! Esse é um dos pontos que mostram que existe diferença entre exercício físico e atividade física.

Já parou para pensar que o simples fato de varrer a casa está te levando à prática de uma atividade física que te fará perder calorias? Esses movimentos que colocam seu corpo para se mexer no dia a dia – e você nem percebe que estão te tirando da inércia – já contam como atividade física.

Subir a escada em vez de pegar o elevador, passear com o pet, passar roupa e até cozinhar, são ações que revelam qual a diferença entre exercício físico e atividade física, e provam que ambos ajudam a manter a saúde. Eles não são um treino programado e contínuo, mas não te deixam ficar parado e isso ajuda e muito a manter o corpo saudável.

 

Exercício físico

Está indo à academia todos os dias e seguindo um ritmo frequente na esteira, bicicleta ergométrica e por aí vai? Está explicado! Você está fazendo exercício físico. A diferença entre exercício físico e atividade física é basicamente esta: no exercício, você planeja repetições e tempo, monta toda uma estrutura para a sua prática e estabelece regras – isto é, busca melhorar o condicionamento físico.

E tudo isso porque existe um objetivo por trás dos exercícios, que já está bem pensado antes do início da prática. A intenção pode ser perder gordura, ganhar massa muscular, ter mais equilíbrio e flexibilidade, entre outros. Portanto, podem ser considerados exercícios físicos: musculação, hidroginástica, a prática de esportes como o futebol, natação, caminhada, cooper e ciclismo, por exemplo.

 

Atividade física x exercício físico: qual a orientação?

Como você viu, a atividade física podem ser esses movimentos simples que fazem parte da nossa rotina. Sendo assim, não temos que ter a orientação de um profissional para fazê-los. Até porque, já pensou um personal trainer só para ensinar a lavar um banheiro? (Pensando bem, até que não seria nada mal, se ele ajudasse na tarefa, rs!)

Mas, brincadeiras à parte, a necessidade, ou não, de um profissional para acompanhar cada passo é uma das grandes diferenças entre atividade física e exercício físico. Enquanto para o primeiro não é preciso um personal, professor ou técnico, para o segundo a orientação de quem entende é fundamental.

 

Qual a importância da atividade física e do exercício físico?

Os dois ajudam a sair do sedentarismo. Significa que, apesar de existir diferenças entre exercício físico e atividade física, ambos farão bem à saúde e darão qualidade de vida, já que a pessoa sedentária perde poucas calorias no dia e calorias acumuladas trazem como consequência o sobrepeso ou a obesidade.

E quer saber mais algumas vantagens da atividade ou do exercício? Os dois ajudam a prevenir doenças crônicas como diabetes, doenças cardíacas e até câncer. Ah, e a saúde mental também vai ficar muito boa, porque praticando um deles os hormônios da felicidade serão ativados, te afastando da ansiedade e da depressão.


Perguntas frequentes

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Dieta após cirurgia de vesícula: alimentos, cardápio e dicas

Legenda: 
Dieta após cirurgia de vesícula

Modificar sua dieta após retirada da vesícula é importante para que o organismo possa se adaptar à sua nova anatomia e funcionamento, a fim de evitar sintomas como enjoos, dor e diarreia.

A seguir, veja os melhores alimentos e dicas para montar sua dieta após cirurgia de vesícula.

 

Cirurgia de vesícula: o que muda

A vesícula biliar é um órgão que fica ao lado direito do fígado, que tem como principal função armazenar a bile, um líquido que ajuda a digerir as gorduras da alimentação. Logo após a cirurgia, a digestão de gorduras fica mais difícil, uma vez que a bile não é mais reservada, sendo liberada direto no estômago para participar da digestão das gorduras.

Por isso, no pós-operatório, o consumo de gorduras deve ser restringido até que o organismo se adapte, o que pode levar vários meses, dependendo da pessoa. A reintrodução de gorduras na dieta também deve ser feita de forma lenta e gradual, de acordo com as orientações médicas.

 

Dieta após cirurgia de vesícula: o que evitar

Como a digestão de gorduras é prejudicada com a retirada da vesícula, os alimentos gordurosos devem ser evitados em um primeiro momento, como:

  • Fast foods e hambúrgueres.
  • Vísceras e embutidos, como linguiça, salame e mortadela.
  • Salgadinhos de pacote.
  • Biscoitos e pães recheados.
  • Folhados, empanados de frango e tortas.
  • Massas com molhos, bife à milanesa, coxinhas e croquetes.
  • Gorduras, como banha, toucinho, bacon e manteiga.

Nesse período, é importante também evitar alguns alimentos fermentativos, tais como:

  • Frutas como melão e abacate.
  • Vegetais como brócolis, couve-flor, repolho e batata doce.
  • Oleaginosas como amêndoas, nozes e castanhas-do-pará.
  • Temperos como pimenta, mostarda, páprica, curry, molhos picantes e noz-moscada.
  • Conservas como picles e azeitonas.
  • Bebidas alcoólicas.

 

Dieta após cirurgia de vesícula: alimentos indicados

Após a retirada da vesícula, você deve priorizar:

  • Proteínas magras, como peixes, frango sem pele, ovos, tofu e peru.
  • Frutas frescas, como morango, mamão, laranja, melancia, pera e maçã.
  • Vegetais frescos, como chuchu, vagem, tomate, repolho, rúcula e cenoura.
  • Cereais integrais, como aveia, arroz integral, pão integral e macarrão integral.
  • Laticínios com baixo teor de gordura, como leite desnatado, iogurte desnatado e queijos brancos, como ricota, cottage e queijo minas.
  • Leguminosas, como lentilha, grão-de-bico e feijão.

 

Dieta após cirurgia de vesícula: cardápio

A seguir, veja um exemplo de cardápio para dieta após retirada da vesícula:

Café da manhã

Opções:

  • 120 g de iogurte desnatado sem açúcar + 1 colher (de sobremesa) de aveia em flocos + 1 xícara (de chá) de erva-cidreira
  • 200 ml de leite desnatado sem açúcar + 1 pão integral com 1 ovo mexido sem gordura
  • 1 xícara de chá de camomila sem açúcar + 3 torradas integrais com 3 fatias de queijo ricota

Lanche da manhã

Opções:

  • 1 maçã cozida
  • 1 pera cozida
  • 1 banana

Almoço/Jantar

Opções:

  • Canja de galinha com arroz integral, cenoura, vagem e chuchu + ½ mamão papaia pequeno
  • 120 g de frango sem pele grelhado + 3 colheres (de sopa) de arroz integral + 3 colheres (de sopa) de abóbora e ervilha ensopadas + 1 fatia de abacaxi
  • 120 g de peixe sem pele grelhado + 2 batatas médias, couve e beterraba cozidas + 1 taça pequena de salada de frutas sem açúcar adicionado

Lanche da tarde

Opções:

  • 200 ml de leite de arroz sem açúcar + 3 tortilhas de milho
  • 1 tangerina + 200 ml de leite de soja sem açúcar
  • 5 morangos + 200 ml de leite de aveia sem açúcar

Lembre-se de que esse cardápio é apenas um modelo que pode variar de acordo com o estado de saúde geral, idade e preferências de cada um.

Por isso, antes de alterar sua dieta após cirurgia de vesícula ou fazer qualquer mudança na alimentação, você deve procurar um nutricionista, para que seja feito um plano alimentar individualizado.

 

Dieta após cirurgia de vesícula: dicas

Agora que você tem diversas opções para montar um cardápio saudável, veja essas dicas:

  • Evite tomar líquidos logo antes ou depois das refeições, para não prejudicar a digestão. O ideal é esperar pelo menos 30 minutos.
  • Alimente-se com regularidade, de preferência em 5 ou 6 refeições menores ao longo do dia.
  • Faça suas refeições em ambientes calmos, para facilitar a digestão.

Você pode acessar mais artigos sobre estilo de vida saudável no site Que Bem Que Faz.


Perguntas Frequentes

Esse artigo foi: Criado por Nutricionistas

Chás para expelir pedras nos rins

Legenda: 
Chás para expelir pedras nos rins

Os rins são os órgãos responsáveis por fazer a limpeza do sangue. Eles filtram as toxinas que circulam a corrente sanguínea e as eliminam por meio da urina. Sendo assim, o mau funcionamento do filtro do corpo dificulta a eliminação dessas impurezas, que ficam alojadas nos rins e podem levar à formação das pedras e de outras doenças.

 

Qual a causa das pedras nos rins?

As pedras nos rins podem surgir por diversos motivos, os mais são os maus hábitos alimentares e a predisposição genética. Esses dois fatores contribuem para o acúmulo de toxinas no sangue, o que dificulta o trabalho de filtragem dos rins e propicia o surgimento das dolorosas pedras.

 

Quais são os sintomas causados pelas pedras nos rins?

Em alguns casos raros, as pedras nos rins não geram sintomas. Contudo, a maioria dos pacientes relata sentir os seguintes sintomas:

Caso você tenha algum desses sintomas, não deixe de procurar um médico!

 

Como é feito o tratamento para pedras nos rins?

O tratamento para pedras nos rins pode ser feito de duas maneiras:

Tratamento com medicamentos: depois de tomar os remédios, o paciente expele espontaneamente os cálculos pela urina;

Intervenção cirúrgica: em alguns casos, como quando, depois de tomar os remédios, as pedras não saem pela urina, é necessário fazer uma cirurgia para quebrar os cálculos para depois retirá-los dos rins.

Caso o seu médico não indique nenhum desses tratamentos, as ervas naturais podem dar uma mãozinha para eliminar as pedras nos rins. O tratamento natural para essa doença, em alguns casos, pode ser feito com a ajuda dos chás para expelir pedras nos rins. Essas bebidas são feitas por meio da infusão de alimentos medicinais, como a salsa, o chapéu de couro, o quebra-pedra e o hibisco. Todas essas plantas possuem uma característica comum: elas têm ação diurética no organismo – ou seja, aumenta o fluxo urinário, o que ajuda a eliminar pelo xixi o excesso de líquido e sódio no corpo.

 

Chás para expelir as pedras nos rins

A ação dos chás para expelir pedras nos rins pode ser um pouco diferente dependendo da composição da erva com que é feito. Alguns ajudam a evitar que os cristais de oxalato de cálcio, substância química que está mais presente na composição dos cálculos renais, se juntem uns aos outros e aumentem o tamanho das pedras. Já outros estimulam a produção de urina, o que ajuda a eliminar os cálculos pelo xixi. Confira abaixo algumas infusões que, sob prescrição médica, podem ser preparadas para conseguir esse efeito!

1. Chá para expelir pedra nos rins: chá de salsa

A salsa costuma estar na cozinha dos brasileiros como um tempero delicioso para diversos tipos de receitas. Mas essa não é a única função desse ingrediente! A salsa, além de oferecer uma gama de nutrientes, também ajuda a combater os cálculos renais. O chá para expelir pedras nos rins feito com a planta, por ser rico em ferro e flavonóides, possui propriedades diuréticas e depurativas, que aumentam a quantidade de xixi produzida, o que ajuda a eliminar as pedras nos rins.

Ingredientes:

Modo de preparo:

Ferva a água, retire a água do fogo e em seguida junte a salsa na água fervida e mexa bem. Deixe em repouso por 20 minutos e tome ao longo do dia.

2. Chá para expelir pedra nos rins: chá de chapéu-de-Couro

Dependendo da região do brasil, o chapéu-de-couro pode ser chamado por diversos nomes, como chá-de-campanha, chá-do-brejo, chá-mineiro, aguapé e por aí vai. Mas a unanimidade entre todas as localidades que conhecem essa planta medicinal é que o chápeu-de-couro é um ótimo chá para expelir pedras nos rins! Ele é capaz de produzir esse efeito porque possui função diurética e depurativa, que ajuda a eliminar os cálculos renais pelo xixi.

Ingredientes:

Modo de preparo:

3. Chá para expelir pedra nos rins: chá de quebra-pedra

Certamente, de todos, o mais famoso chá para expelir pedras nos rins é o chá de quebra-pedra. A infusão faz parte da medicina popular há muitos anos, e recentemente seus efeitos na saúde foram atestados pela ciência. Estudos realizados na Universidade Federal de São Paulo atestaram que a infusão da planta tem o poder de frear o aumento das pedras nos rins e de evitar que se formem novas. Além disso, o chá quebra-pedra ajuda a eliminar o excesso de ácido úrico e a diminuir o inchaço causado pela retenção de líquidos.

Ingredientes:

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes numa panela e leve ao fogo para ferver por cerca de 5 a 10 minutos. Desligue o fogo, espere amornar, coe e beba ao longo do dia.

4. Chá para expelir pedra nos rins: chá de hibisco

Por essa, provavelmente, esperava! O hibisco é famoso por suas propriedades antioxidantes, anticoagulantes, e por favorecer o emagrecimento. Mas você sabia que ele também é um ótimo chá para expelir pedras nos rins? Isso acontece porque a bebida estimula a eliminação de líquidos pela urina, ou seja, ela possui ação diurética.

Ingredientes:

Modo de preparo:

Ferva a água e depois adicione o hibisco seco, deixe repousar por 15 minutos, coe e beba em seguida. Este chá pode ser consumido até 4 vezes por dia.

 

Como prevenir as pedras nos rins?

Além de consumir os chás para expelir pedras nos rins, algumas mudanças de hábitos podem te ajudar a prevenir o desenvolvimento dessa doença:

Caso você esteja tendo sintomas iniciais de pedras nos rins, não deixe de procurar a orientação de um médico, e, caso seja possível eliminar a doença de maneira natural, converse com seu nutricionista para que ele inclua os chás para expelir pedras nos rins na sua dieta! E se você quiser conhecer mais receitas naturais e aprender algumas dicas para se exercitar sem sair de casa, não deixe de dar uma passadinha nos outros posts do Que Bem Que Faz!


Perguntas frequentes

  • Os chás para expelir pedras nos rins substituem os remédios?

    De modo algum! Os chás para expelir pedras nos rins só podem ser utilizados para essa finalidade se recomendados por um médico ou nutricionista. Por isso, na dúvida, vá até o consultório do seu profissional da saúde e pergunte sua opinião.

    Onde dói quando a dor é nos rins?

    A dor nos rins costuma aparecer acima da região pubiana ou nos flancos (parte lateral do corpo, indo da cintura aos ombros).

    Quais são os sintomas mais comuns de pedras nos rins?

    Dificuldade para fazer xixi, vontade excessiva de urinar, infecções urinárias, náuseas e febre, e sangue na urina são alguns dos sintomas mais frequentes.

    Como saber se estou com pedras nos rins?

    Caso você tenha sentido alguns dos sintomas, não fique na dúvida! A única maneira de se certificar do que está acontecendo é procurando um médico.

     

Fontes

https://bvsms.saude.gov.br/calculo-renal-pedra-no-rim/ https://revistapesquisa.fapesp.br/pedras-sob-controle/ http://periodicos.unibave.net/index.php/viveruniversidade/article/download/45/38#page=194 https://bvsms.saude.gov.br/calculo-renal-pedra-no-rim/ https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/1386 http://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/view/124 https://www.saudedireta.com.br/docsupload/1332082036Litiase_Renal.pdf

Contribuição de:

Nutricionista Lilian Barbosa

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Saúde intestinal: como manter o intestino saudável?

Legenda: 
Saúde intestinal: mulher com as mãos na cintura

Se eu fosse te dar um conselho sobre mudança, diria: comece pelo seu intestino! A saúde do intestino e sua relação com outras doenças está sendo cada vez mais estudada. Alguns sinais de que o seu intestino não está muito bem são:

Não é interessante apenas se acostumar com essas coisas que nos fazem mal. Não são sintomas normais e, se você sente isso, vá a um médico e veja o que está afetando a sua saúde intestinal.

 

Importância de ir ao banheiro regularmente

Pessoas que vão ao banheiro regularmente eliminam toxinas, ficam com a sensação de leveza e disposição. Ainda evitam deficiências nutricionais, pois algumas vitaminas, como K e do complexo B, são produzidas com a ajuda do intestino.

Ter uma boa saúde intestinal pode nos deixar mais felizes, já que cerca de 70% da nossa serotonina (hormônio do bem-estar) é produzido nesse órgão. Exatamente por isso, pessoas constipadas têm maior risco de desenvolver depressão, ansiedade e doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

Outras doenças relacionadas com intestino preguiçoso

Existem aquelas doenças que podem ser causadas pelo aumento de bactérias ruins em nosso intestino, como por exemplo:

 

Funcionamento do intestino e a imunidade

Sim, o intestino tem papel fundamental na nossa imunidade. Mais da metade das nossas células de defesa estão no nosso intestino. Quando não vamos ao banheiro com frequência, nossa microbiota (bactérias que compõem o intestino) fica em desequilíbrio, o que afeta nossa saúde e temos mais chance de contrair gripes ou outras doenças.

 

Como manter um intestino saudável?

Para ter uma boa saúde intestinal, temos que pensar em adotar um estilo de vida mais saudável. Isso envolve:

1. Investimento em fibras: frutas, legumes, verduras, aveia, sementes, grãos e cereais integrais são ricos em fibras e podem ajudar a sua saúde intestinal.
2. Beber água: a água hidrata as fibras e ajuda o intestino a funcionar - ou seja, água nos ajuda a evacuar!
3. Reduzir o consumo de: açúcar, industrializados e farinha branca.
4. Controle o estresse: o estresse é algo que pode afetar a nossa saúde intestinal e de outros órgãos. Se preciso, procure ajuda psicológica.
5. Evite fumar e beber bebidas alcoólicas: essas substâncias podem alterar o ritmo do nosso intestino e prejudicar nossas idas ao banheiro.
6. Investigue se tem alguma alergia ou intolerância alimentar: alergias ou intolerâncias alimentares podem causar sintomas como vômitos, diarréias, dores de barriga e entre outros.
7. Pratique atividade física regularmente: mexer o esqueleto ajuda na produção de hormônios que promovem bem-estar, ajudam na nossa saúde intestinal e outros benefícios para o nosso organismo.
8. Se necessário, suplemente com probióticos ou prebióticos: probióticos são bactérias benéficas para o nosso intestino e prebióticos são alimentos que nutrem as bactérias que mantém a nossa saúde intestinal.

Lembre-se: intestino saudável e funcionante é qualidade de vida, é saúde e bem estar!

Se quiser saber mais sobre saúde e alimentação, explore o site do Que Bem que Faz e nutra-se de informações.


Perguntas frequentes

  • Como posso melhorar a minha saúde intestinal?

    Para melhorar a sua saúde intestinal você precisa consumir a quantidade ideal de água, consumir alimentos com fibras, controlar o estresse, praticar exercícios físicos e tomar probióticos ou prebióticos. Ainda é interessante evitar o consumo de bebidas alcoólicas e fumo, e saber de alguma possível alergia ou intolerância alimentar.

  • Qual a diferença entre probióticos e prebióticos?

    Os probióticos são as bactérias do nosso intestino, enquanto os prebióticos são os alimentos que nutrem as nossas bactérias.

  • Qual a importância da microbiota intestinal?

    A microbiota intestinal, ou seja, as bactérias que estão nos nossos intestinos, ajudam em situações como a digestão e o combate de agentes externos (como outras bactérias maléficas para o nosso corpo).

Fontes:

STÜRMER, S.E et al. A importância dos probióticos na microbiota intestinal humana. Revista Brasileira de Nutrição Clínica, 2012.

VEDOVATO, K et al. O eixo intestino-cérebro e o papel da serotonina. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, 2014.

ALMEIDA, L. B et al. Disbiose Intestinal. Revista Brasileira de Nutrição Clínica, 2009.

Nutricionista Carolina Horcajo Agostinetti CRN: 37.853

Esse artigo foi: Criado por Nutricionistas

O que é imunidade baixa? Tratamento e sintomas

Legenda: 
Imunidade baixa: laranja

O sistema imune é aquilo que nos protege de doenças, vírus, bactérias e infecções. Ele nos auxilia a manter um organismo saudável, no qual os glóbulos brancos presentes no sangue lutam contra todo tipo de corpo estranho que pode entrar em seu organismo. Nos casos em que seu corpo já está lutando contra alguma infecção, ou quando não há nutrientes o suficiente para produzir glóbulos brancos, o sistema imune para de funcionar corretamente, resultando naquilo que chamamos de imunidade baixa.

Tendo a imunidade baixa, combater doenças se torna um processo muito mais difícil, e por isso é comum sentir mal estar. Conheça a seguir alguns sintomas da imunidade baixa e como tratá-la.

 

Como identificar a imunidade baixa?

Um dos principais efeitos da imunidade baixa é a maior facilidade para o desenvolvimento de infecções e doenças. Além disso, você pode experienciar:

Além disso, doenças oportunistas podem se aproveitar de momentos onde a imunidade está baixa, como a herpes ou a AIDS. Para identificar a imunidade baixa é preciso estar com as visitas ao médico sempre em dia, fazendo exames de sangue regularmente. Mas, caso você sinta alguns dos sintomas listados acima, é bom ficar atento: marque uma consulta e converse com o seu médico.

 

Imunidade baixa: Causas

Antes de falar sobre o tratamento da imunidade baixa, é importante entender melhor o que causa essa condição – assim, é possível identificar o tratamento mais adequado. Dentre as causas mais comuns, é possível citar a má alimentação, hábitos nocivos como abuso de drogas, medicamentos e álcool, sono insuficiente, sedentarismo, alterações hormonais que ocorrem na menstruação ou gravidez, obesidade, genética, estresse e outras doenças, ou tratamentos como a quimioterapia. É importante frisar a importância do diagnóstico médico, pois essa é a única forma de saber a causa e o tratamento exato para a sua imunidade baixa.

 

Imunidade baixa: Tratamento

No tratamento da imunidade baixa, três aspectos essenciais devem ser levados em conta: a prevenção da queda da imunidade, tratamento de infecções e fortalecimento do sistema imune.

No tratamento de infecções, podem ser utilizados medicamentos e antibióticos. Quanto ao fortalecimento e prevenção da queda do sistema imune, há diferentes métodos – como a terapia de imunoglobulina, o uso de suplementos vitamínicos para evitar a anemia e a terapia gênica.

Contudo, ações mais simples podem ser implementadas em seu cotidiano para melhorar a imunidade e a qualidade de vida, como:

Estes são apenas alguns dos hábitos simples que podem ser adotados para tratar a imunidade baixa e viver melhor. Quando combinados com acompanhamento médico, são ideais para não experienciar a imunidade baixa novamente.


Perguntas frequentes

  • Quais as frutas que aumentam a imunidade?

    Frutas ricas em vitamina C como a laranja, morango, acerola, caju e abacaxi são boas escolhas de frutas para aumentar a imunidade.

  • Quais alimentos enfraquecem a imunidade?

    Açúcar, frituras, refrigerantes e álcool são alguns dos alimentos que aumentam as inflamações e enfraquecem a imunidade. Afinal, seu corpo irá utilizar os glóbulos brancos para combater a inflamação causada por esses alimentos, diminuindo a capacidade de combater doenças.

     

Fontes

https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/primary-immunodeficiency/diagnosis-treatment/drc-20376910 https://www.medicalnewstoday.com/articles/324930 https://www.pennmedicine.org/updates/blogs/health-and-wellness/2020/march/weakened-immune-system https://www.hopkinsmedicine.org/health/conditions-and-diseases/disorders-of-the-immune-system https://www.healthline.com/health/immunodeficiency-disorders https://www.health.harvard.edu/staying-healthy/how-to-boost-your-immune-system https://www.webmd.com/cold-and-flu/immune-system-disorders https://patient.info/allergies-blood-immune/immune-system-diseases/immune-suppression https://www.hollandandbarrett.com/the-health-hub/conditions/immunity/guide-to-low-immune-systems/ http://clinicacroce.com.br/blog/imunidade-baixa/

Esse artigo foi: Criado por Nutricionistas

Diabetes: quais são os tipos e como prevenir?

Legenda: 
Diabetes

Ouvimos muito que a diabetes está cada vez mais comum, em pessoas de todas as idades, mas nem sempre sabemos o que é a própria diabetes. Às vezes, apenas relacionamos essa doença com o exagero nos doces, mas não é bem assim.

E como é, então? É só conferir este artigo. Aqui vamos explicar o que é a diabetes e como diagnosticá-la. É importante saber do diagnóstico dessa condição o quanto antes por ser uma doença silenciosa, então fique atento!

 

Tipos de diabetes

Para começar, não existe só um tipo de diabetes. Por isso não dá pra dizer que o diabético sempre será uma pessoa que come muitos doces, porque cada tipo tem uma causa. A Diabete Mellitus (DM) como é conhecida mais formalmente, é uma síndrome metabólica de origem múltipla. O que isso significa? Resumidamente, é uma doença que afeta o metabolismo (a “absorção”) de algum nutriente e que pode surgir de mais de uma forma.

No caso, a diabetes ocorre pela falta de insulina e/ou da insulina não estar surtindo efeito adequadamente. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que age na absorção de glicose, reduzindo a quantidade de açúcares no sangue. Com a falta de insulina, o corpo tem dificuldade para “processar” a glicose, e é aí que a diabetes aparece.

Diabetes Mellitus tipo 1

Um dos tipos de diabetes mellitus é a tipo 1, que é causada pela falta de células que produzem a insulina. Essa destruição das células ocorre pelo ataque do próprio sistema imunológico, em que os anticorpos (as células de defesa) atacam as células que produzem o hormônio.

Essa destruição pode acontecer ainda por outro motivo menos comum: a maior parte dos casos são por esse processo autoimune. Pessoas com diabetes tipo 1 necessitam de aplicações de insulina obrigatoriamente, que são injeções com o hormônio.

Geralmente, essa diabetes vem acompanhada de outras doenças autoimunes, como a tireoidite de Hashimoto.

Sintomas

Diabetes Mellitus tipo 2

A diabetes tipo 2 ou resistente à insulina, é quando a pessoa se torna resistente ao hormônio. Ela ocorre em cerca de 90% dos casos de diabetes e é mais frequente depois dos 40 anos. Nesses casos, a pessoa produz normalmente a insulina, mas continua com as elevadas quantidades de açúcares no sangue pois é resistente ao hormônio.

Sintomas

Diabetes gestacional

Essa diabetes que afeta gestantes ainda não tem uma causa conhecida, mas parece estar relacionada a uma intolerância aos carboidratos no geral. Ela pode ter várias intensidades e pode ou não continuar depois do nascimento da criança, mas é diagnosticada pela primeira vez durante a gestação.

Os fatores de risco relacionados com essa condição são:

A confirmação da diabetes gestacional é feita entre as 24° e 28° semanas, e em casos de exames que estejam normais mas ainda tenha a suspeita, o teste deve ser repetido em um mês ou perto da 32° semana.

 

Prevenção

Pessoas que já tem parentes na família com histórico de DM, é importante manter uma alimentação balanceada, praticar exercícios físicos regularmente, não fumar, controlar a pressão e evitar remédios que possam danificar o pâncreas (desde que eles não sejam necessários).

Pessoas que já têm diabetes precisam fazer os exames com frequência, tomar os medicamentos necessários, manter uma alimentação balanceada e saudável, praticar atividades físicas com frequência e controlar a glicemia.

 

Controle da diabetes

A primeira coisa importante para controlar a diabetes é: seguir as orientações do médico e do nutricionista. Eles vão dizer que alimentos comer e que alimentos evitar.

Dito isso, existem algumas recomendações de alimentos que costumam ser mais gerais. São elas:

Existem também opções como Nutren Control. Ele é pensado especialmente para dietas com restrição de açúcares e pode ser adicionado a bebidas e outras receitas deliciosas para ajudar o diabético a suplementar a sua nutrição, ajudando o organismo a ter tudo o que precisa para funcionar direitinho.

Se você gosta de conteúdos como esse, acompanhe o Que Bem que Faz para mais textos com dicas de alimentos saudáveis e saúde.


Perguntas frequentes

  • O que é diabetes?

    A diabetes é uma doença que pode ser causada por diferentes fatores, mas no geral ela significa uma quantidade grande de açúcar no sangue.

  • Como evitar a diabetes?

    Diabetes “evitáveis”, como a do tipo 2, podem ser prevenidas, na maioria dos casos, por uma alimentação saudável, controle do peso, prática de exercícios e evitar o fumo podem ser muito eficazes.

  • Criança pode ter diabetes?

    Sim. A diabetes é uma doença que pode ocorrer em qualquer idade por mais que tenha mais propensão em certas faixas etárias. Mas no geral, você pode ter crianças, adolescentes e adultos com essa condição.

Fontes:

https://bvsms.saude.gov.br/diabetes/ https://www.scielo.br/j/abem/a/vSbC8y888VmqdqF7cSST44G/

Esse artigo foi: Criado por Nutricionistas

Vitaminas para emagrecer: existe alguma vitamina que emagrece?

Legenda: 
Vitaminas para emagrecer: banana, morango, laranja e abacaxi

Quem nunca ouviu falar que alguma vitamina emagrecia ou engordava? Que a suplementação de alguma delas aumentou o apetite, fez algum conhecido ganhar peso ou ajudou a perder aqueles quilinhos extras?

Será que as vitaminas realmente tem o poder de emagrecer ou engordar alguém? Elas são mesmo importantes para saúde e qualidade de vida? Neste artigo sobre vitaminas para emagrecer, esclarecemos todas as suas dúvidas e ajudamos você a entender melhor sobre as vitaminas.

 

As vitaminas K2, D ou E têm relação com emagrecimento?

A resposta curta à pergunta é: não. Vitaminas não têm calorias, e por isso, não prejudicam nem ajudam o emagrecimento. Também não aumentam o apetite e não causam ganho de peso. Elas ainda não têm nenhuma substância emagrecedora, que te faça perder peso ou algo do tipo.

Basicamente falando, o que engorda é comer mais calorias do que gastamos, e o que emagrece é comer menos calorias do que gastamos. Por isso, ninguém precisa ter medo de engordar caso um médico ou nutricionista indique o uso de um suplemento de vitaminas. Da mesma maneira, ninguém deve achar que existe uma milagrosa vitamina para emagrecer. Não é bem assim!

As vitaminas são realmente necessárias para nossa saúde?

Não existe vitamina para emagrecer, mas a verdade é que as vitaminas são fundamentais para a nossa saúde! Muitas vezes falamos bastante sobre carboidratos, proteínas e gorduras, e esquecemos da importância das vitaminas e minerais.

As vitaminas e os minerais participam de muitos, muitos mesmo, processos essenciais para o nosso organismo: ajudam a termos uma boa imunidade, atuam na saúde de pele, cabelo e unhas, na nossa disposição, concentração, bom funcionamento intestinal e boa absorção de nutrientes presentes nos alimentos. Já sabemos que quem quer ter qualidade de vida e saúde, precisa manter uma alimentação balanceada. E alimentos com vitaminas fazem parte dela.

Onde encontrar vitaminas caso eu não queira suplementar?

É muito comum ver pessoas querendo suplementar vitaminas não só para emagrecer, mas para obter algum efeito imediato na disposição ou na saúde de um modo geral. Nesses casos, é preciso ter cuidado e agir sempre segundo as orientações de um profissional de saúde! Porque não é sempre que a gente precisa suplementar alguma vitamina. Na maioria das vezes, basta comer uma boa variedade de alimentos nutritivos, como:

Uma alimentação variada é fundamental, assim garantimos os mais variados tipos de vitaminas e atendemos às necessidades diárias do nosso corpo.

 

E as vitaminas que substituem refeição? Emagrecem?

Nesse caso, quando falamos “vitamina” estamos nos referindo aos shakes prontos que são misturados com água ou leite, ou às vitaminas que fazemos em casa com leites/leites vegetais, frutas, aveia etc.

O primeiro ponto que temos que ter em mente: NADA emagrece ou engorda de forma isolada. Temos sempre que analisar o contexto da alimentação e o dia como um todo.

Você pode tomar vitamina e emagrecer como pode tomar vitamina e engordar. O importante é ter uma alimentação completa e balanceada e fazer exercícios.

Posso substituir uma vitamina por uma refeição?

Depende. A vitamina pode ser uma boa opção de vez em quando para uma pessoa que naquele dia não teve tempo de fazer a refeição completa. Por exemplo, a pessoa precisa sair de casa e, como está atrasada, faz uma vitamina caprichada com frutas, aveia, pasta de amendoim, leite, etc.

Porém, se isso for feito todos os dias, substituindo mais de uma refeição com um pobre em nutrientes, não. Isso pode te deixar com fome, além de não te nutrir bem.

A dica é: sempre prefira comida e refeições completas.

 

Resumindo a história das vitaminas para emagrecer

1. Nada emagrece ou engorda de forma isolada.
2. Vitaminas para emagrecer não existem e não aumentam o apetite.
3. Substituir refeições por shakes ou vitaminas para emagrecer nem sempre é um bom negócio – na dúvida, procure um profissional.
4. A base de uma alimentação saudável deve ser sempre comida e alimentos nutritivos. Seu corpo e saúde agradecem!

Se você tem o interesse em emagrecer, procure um nutricionista, garantimos que esse é o profissional mais adequado para te recomendar uma alimentação adequada.

Para mais informações sobre alimentação e saúde, explore o Que Bem que Faz e leia outras pautas interessantes.


Perguntas frequentes

  • Vitamina engorda ou emagrece?

    Nenhum dos dois! As vitaminas, assim como os minerais, não possuem valor calórico, ou seja, não engordam. Ao mesmo tempo, as vitaminas não influenciam no aumento do nosso apetite e nem tem nenhuma substância emagrecedora.

  • Suplementar vitamina é necessário?

    Se você foi ao médico e ele prescreveu uma suplementação de vitaminas, é necessário, sim! Mas se pensa em tomar suplementos de vitamina por conta própria, pode não ser uma boa ideia. Qualquer substância em excesso pode nos fazer mal, então tome cuidado.

  • Fontes:

    LIMA, Igor Alves Mota de. Avaliação da qualidade de suplementos alimentares destinados ao auxílio no emagrecimento. 2016. 50 f., il. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Farmácia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.

    ALMEIDA, J. Revisão sistemática de dietas de emagrecimento: papel dos componentes dietéticos. Arq Bras Endocrinol Metab., v. 53, n. 5, 2009.

    SOUZA, M.G; ANDRADE, I.E.L; RAMALHO, A.A. Adequação nutricional de dietas para perda de peso em revistas não científicas brasileiras. Demetra – alimentação, nutrição & saúde, 2016.

    Nutricionista Carolina Horcajo Agostinetti CRN: 37.853

Fontes:

LIMA, Igor Alves Mota de. Avaliação da qualidade de suplementos alimentares destinados ao auxílio no emagrecimento. 2016. 50 f., il. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Farmácia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.

ALMEIDA, J. Revisão sistemática de dietas de emagrecimento: papel dos componentes dietéticos. Arq Bras Endocrinol Metab., v. 53, n. 5, 2009.

SOUZA, M.G; ANDRADE, I.E.L; RAMALHO, A.A. Adequação nutricional de dietas para perda de peso em revistas não científicas brasileiras. Demetra – alimentação, nutrição & saúde, 2016.

Nutricionista Carolina Horcajo Agostinetti CRN: 37.853

Esse artigo foi: Criado por Nutricionistas

Tosse chata? Tô fora!

Legenda: 
Tosse chata: homem bebendo um chá

Sabe aquela tosse chata que teima em não ir embora? Incomoda, né? Mas você sabia que existem tipos diferentes de tosse? A gente explica melhor cada uma delas daqui a pouquinho. Mas a pergunta que não quer calar é: o que eu faço para diminuir essa tosse? Uma ótima alternativa é aquele velho e bom chá que nossas mães e avós sempre faziam para a gente. Eles variam de acordo com a origem e intensidade da tosse, usando os alimentos adequados para tratar o seu problema específico. Prepara a xícara e vem ver Que Bem que Faz tomar um chazinho.

Antes, porém, um aviso: é sempre recomendado consultar um médico em casos graves ou de tosses persistentes.

 

Quais são os tipos de tosse?

A tosse, apesar de parecer sempre igual, apresenta dois tipos distintos: a tosse seca e a produtiva. A principal diferença entre as duas é a presença de secreção ou não, nas vias respiratórias, o famoso "catarro''.

Existe ainda um terceiro tipo de tosse, que é a alérgica, cuja variação se dá pela origem da tosse – que, neste caso, seria uma alergia a algo que foi inalado, como poeira, por exemplo. A tosse alérgica, geralmente, é do tipo seca.

 

Qual chá é mais adequado para cada tipo de tosse?

Com relação ao chá que combate a tosse seca, aquela tosse mais doída, o mais indicado é o chá de gengibre com limão. Quando se trata da tosse alérgica, uma boa pedida é o chá de gengibre com mel. Já no caso da tosse pesada e congestionada, a produtiva, o chá de eucalipto é uma excelente opção.

Veja aqui também chás para dor de garganta.

 

O que esses chás têm para combater a tosse?

No caso do chá de eucalipto, ele possui uma substância chamada eucaliptol, que é extremamente eficaz na limpeza das vias respiratórias, auxiliando na eliminação do catarro e na liberação das impurezas.

A tosse seca e a alérgica, por outro lado, têm como agente combatente o gengibre, que possui propriedades anti-inflamatórias, ajudando a reduzir a irritação na garganta e pulmões, que costuma causar aquele "raspão" dolorido no fundo da garganta.

 

Os benefícios do mel para a cura da tosse

Enquanto alguns acreditam que o limão seja o ingrediente mais adequado para combater a tosse, outros acreditam ser o gengibre – mas, na verdade, o consenso é quase sempre o mel.

O mel apresenta diversos minerais como cálcio e ferro, que agem como defensores e fortalecedores do organismo. Diversas pesquisas também concluíram que ele é mais eficaz que muitos antibióticos no combate à tosse, gripes ou resfriados.

 

Como preparar chá para tosse

Chá de gengibre e limão:

1. Aqueça 200 ml de água filtrada até formar bolhas; sem ferver;
2. Use um ralador grande para raspar gengibre fresco em uma caneca;
3. Coloque uma rodela de limão fresco na caneca. Você pode colocar ambos em um infusor de chá para coar o chá, se desejar;
4. Despeje água no copo e deixe o limão e o gengibre em infusão por 5 minutos antes de servir;
5. Adicione mel a gosto se preferir.

Chá de Eucalipto

1. Aqueça 200 ml de água filtrada até formar bolhas; sem ferver;
2. Coloque uma folha seca de eucalipto (cerca de uma colher de chá) na xícara;
3. Despeje água no copo e deixe a folha em infusão por 10 minutos antes de servir;
4. Coe antes de servir.

Chá de gengibre com Mel ou Canela

1. Aqueça 1 L de água filtrada até formar bolhas; sem ferver;
2. Coloque uma unidade de canela em pau e 1 colher de sopa de gengibre picado (5 cm de gengibre) na água;
3. Deixe em infusão por aproximadamente 5 minutos;
4. Coe antes de servir.

 

Existem contraindicações de chás para tosse?

O chá de eucalipto é contraindicado para gestantes, lactantes e pessoas com qualquer tipo de problema na vesícula. Já os chás de gengibre com limão ou de gengibre com mel devem ser evitados por diabéticos e hipertensos.

Por fim, o mel também não deve ser ingerido por crianças com um ano de idade ou menos.

Bom, depois dessas dicas, você já sabe que às vezes pode resolver seu problema de tosse com o que tiver na cozinha de casa!


Perguntas frequentes

  • Qual o melhor chá para tosse seca?

    O melhor chá para a tosse seca é o de gengibre com limão. Ele ajuda a acabar com a tosse devido aos seus efeitos anti-inflamatórios.

  • O que causa tosse seca à noite?

    Uma das possíveis causas da tosse durante a noite é a alergia, que aparece pelo acúmulo de ar seco em um ambiente fechado, como o seu quarto, por exemplo. Geralmente é mais comum encontrar pessoas que prefiram dormir com os quartos fechados durante a noite, o que leva à piora da tosse seca.

  • Chá de eucalipto pode tomar gelado ou quente para ativar as propriedades?

    Este chá, que geralmente é servido quente, é geralmente usado para tratar os sintomas da gripe e resfriado comum.

  • Chá de gengibre com mel ou limão pode tomar gelado? Ele pode perder as propriedades?

    Assim como o chá de eucalipto, os chás de gengibre com limão ou mel também costumam ser ingeridos ainda quentes. Apesar disto, eles podem também ser consumidos gelados e até combinados com outras coisas, como abacaxi, laranja, entre outros.

     

FONTES:

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2020/08/20/mel-pode-ser-melhor-para-tosse-e-resfriado-do-que-antibiotico-diz-pesquisa https://www.portaldoservidor.go.gov.br/not%C3%ADcias-e-curiosidades/7018-mel-para-curar-a-t.html https://decorobject.com/uncategorized/eucalyptus-tea-health-benefits-and-possible-side-effects/ https://www.verywellfit.com/eucalyptus-tea-benefits-and-side-effects-4163892#:~:text=Eucalyptus%20tea%20is%20an%20herbal,teas%20as%20a%20soothing%20tonic. https://www.aspicyperspective.com/lemon-ginger-detox-tea-recipe/ https://www.therighttea.com/eucalyptus-tea.html

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Saúde mental: o que é e como manter em equilíbrio

Legenda: 
Saúde mental: dois homens

Muita gente fala, hoje em dia, sobre saúde mental. Diferente do que se pensa, a saúde mental não é simplesmente a ausência de alguma doença mental: ela abrange e implica muito mais do que isso e influencia diretamente na saúde física e o nosso bem-estar como um todo.

Segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde –, a definição de saúde compreende um estado de bem-estar mental, físico e social completo, que envolve o equilíbrio e boa gestão das diversas áreas da vida.

Por isso, separamos um guia sobre saúde mental, com alguns sinais para ficar atento e dicas de como manter o equilíbrio no seu dia a dia.

 

Saúde Mental: o que é?

Dar um conceito específico para saúde mental não é simples. Mais do que não ter nenhum tipo de problema, a saúde mental é compreendida como um estado no qual o indivíduo tem saúde e equilíbrio o suficiente para lidar com o dia a dia da melhor forma possível. Essa reação é determinada por uma série de fatores, que variam conforme o cenário em que ele vive.

Um trabalho estressante, a falta de tempo, a baixa autoestima: tudo isso pode influenciar na saúde mental. Mas pode ficar tranquilo se esse for o seu caso: o importante é saber reconhecer alguns sinais para poder procurar ajuda. Para te ajudar nessas etapas, Que Bem que Faz vai deixar aqui algumas dicas que podem te auxiliar a alcançar uma boa saúde e bem-estar.

 

Saúde Mental: sinais que merecem atenção

Por mais que a saúde mental varie muito em suas causas, os sintomas se apresentam de forma parecida. Separamos alguns deles que podem te ajudar a reconhecer quando a saúde mental não vai tão bem assim:

Esses são apenas alguns dos principais sintomas de um desequilíbrio da saúde mental. Após certo tempo, a presença desses sintomas pode influenciar também na saúde física, apresentando-se de diversas maneiras: dores de cabeça recorrentes, náuseas e tensões musculares são as mais comuns. Por essa razão, é muito importante estar atento aos sinais, buscando mudanças diárias para possibilitar uma mente saudável.

 

Saúde Mental: a importância do equilíbrio

No dia a dia, somos constantemente afetados por problemas e exigências, e necessitamos de uma saúde mental em dia para lidar com tudo isso. Por mais que o mundo cobre perfeição em todas as áreas da nossa vida, o X da questão está, na realidade, em encontrar o equilíbrio nessas situações. A harmonia dos desejos, emoções, capacidades, ambições e ideias é o que auxilia em uma boa saúde mental.

Todo o organismo é gerenciado pelo sistema nervoso: o cérebro e os neurônios determinam cada ação e produção do nosso corpo; e as funções corporais e o metabolismo são induzidos pela atividade neurotransmissora, ou seja, pela comunicação que flui pelos nervos. Dessa maneira, a saúde mental e física estão inteiramente ligadas entre si. Um corpo doente pode resultar em uma mente doente – e vice-versa. Saber a importância do equilíbrio e como alcançá-lo é essencial para o bem-estar geral.

 

Saúde Mental: 10 dicas para melhorá-la

Por mais complexa que possa parecer, a saúde mental não é um bicho de sete cabeças. Ao invés de focar nos problemas, o pontapé inicial é saber que existe solução – e ela pode ser mais fácil do que você imagina! Separamos algumas dicas de mudanças diárias para te ajudar a melhorar sua saúde mental.

1. Ter uma boa gestão de tempo

Muitas vezes, a saúde mental é afetada por conta da ansiedade e procrastinação, pois a correria do dia a dia influencia muito nas nossas reações e escolhas. Ter uma boa gestão de tempo é essencial para alcançar a saúde e bem-estar desejados. Criar uma rotina, com listas de tarefas e prioridades pode ser um bom começo para gerir o seu tempo da melhor maneira. A ideia é passar toda a preocupação para o papel, para torná-la mais palpável e solucionável. E não se esqueça de reservar tempo no seu dia a dia para atividades que tragam prazer e felicidade! A organização do tempo pode ajudar e muito na sua saúde mental, pois uma mente saudável é uma mente equilibrada.

2. Ter boas noites de sono

A tão famosa frase “trabalhe, enquanto eles dormem” pode não estar tão certa assim. O trabalho traz uma sensação de recompensa, porém não deve afetar outras áreas da nossa vida. O ideal é sempre ter bem definido o tempo necessário para descanso: saber seus limites e necessidades é um dos passos para a saúde mental desejada. A qualidade do sono influencia na nossa energia, concentração, irritabilidade e apreensão de conhecimento. Durante o sono, nosso corpo realiza as principais atividades restauradoras, desde reparo de tecidos até crescimento de músculos. O metabolismo necessita de horários regulares para um bom funcionamento – portanto, crie uma rotina de sono saudável. Desconectar-se, comer alimentos leves e criar um ambiente propício são algumas ações recomendadas para aumentar a qualidade do sono.

3. Manter sentimentos positivos consigo

Não basta só pensar positivo: é preciso compreender os sentimentos diários e saber lidar com cada um deles. Muitas vezes, o pessimismo está atrelado ao medo ou à insegurança. Então, é muito importante se rodear de bons sentimentos e pensamentos, sem exigir tanto de si mesmo. Entenda sua realidade emocional e aprenda aos poucos como melhorá-la.

4. Cultivar bons hábitos alimentares

Como dito anteriormente, a saúde física está ligada diretamente à saúde mental. Tudo o que consumimos é processado pelo nosso corpo e, de alguma forma, será assimilado – por isso, a ingestão de alimentos ricos em vitaminas, minerais e fibras é imprescindível. Saber equilibrar cada refeição com os nutrientes adequados garantirá um metabolismo saudável, permitindo o bom funcionamento de todo o organismo. A ingestão deve ser proporcional ao gasto calórico do seu corpo; por isso, guarde um tempo da sua semana para planejar o cardápio, assim você terá plena certeza do que está consumindo.

5. Praticar exercícios regularmente

Os exercícios físicos podem ser uma solução para além da estética. A prática de exercícios pode auxiliar na diminuição do estresse, na prevenção de doenças, na liberação de endorfina e no aumento da disposição. O ideal é começar aos poucos, com uma atividade de que você goste e que te dê prazer. A atividade física não precisa ser encarada como um fardo, mas sim como um momento do dia para o autocuidado.

6. Reforçar laços familiares e de amizade

Um dos pilares da saúde é o bem-estar social: ter relacionamentos resistentes e duradouros ajuda a enfrentar as situações diárias. Dessa forma, reservar tempo e atenção para pessoas importantes do seu convívio é essencial. Foque no tempo de qualidade com cada um deles e em aprofundar suas relações. O ser humano é um ser social e ter uma rede de apoio é um bom caminho para restabelecer a saúde mental.

7. Focar no autoconhecimento

A falta de tempo e organização, normalmente, afasta-nos de nós mesmos. Buscar a saúde mental sem se autoconhecer é atirar no escuro. Defina pontos da sua personalidade, hábitos, conhecimentos, sonhos, objetivos, qualidades, defeitos e tudo aquilo que faz de você, você! Conhecer a si mesmo auxilia na definição de metas, na organização e no bom relacionamento com os outros. Imagine seus problemas como se fossem de um amigo e tente dar conselhos para solucioná-los. Externar os problemas pode torná-los um pouco mais claros.

8. Saber controlar o estresse

Uma das partes de se autoconhecer e encontrar o equilíbrio diário é saber controlar o estresse. O primeiro passo é definir o estopim desses momentos de pico – se existem gatilhos principais ou se são aleatórios. Depois, é possível refletir esses sentimentos, o porquê dessa sensação, o tempo que dura e como apaziguá-la. Por fim, busque repetir um mesmo escape desses momentos: controlar a respiração, ouvir uma música, praticar uma atividade, dentre outras milhares de possibilidades. Não deixe que o estresse consuma sua saúde mental, ele é apenas um momento que irá passar.

9. Compreender e aceitar as próprias emoções

Um dos sintomas de uma saúde mental desestabilizada é o sentimento de culpa e remorso. Se constantemente seus pensamentos giram em torno desses dois sentimentos, talvez seja hora de repensar suas próprias decisões e como encara cada situação. Se culpar pelo passado não irá alterá-lo – ao invés disso, busque entendê-lo e analisá-lo por completo, desde sua ação até sua reação. Essa é uma boa forma de organizar seus sentimentos e de não repetir as mesmas ações em círculos. Nenhum sentimento precisa ser menosprezado, mas sim compreendido.

10. Não hesitar em pedir ajuda

A principal dica para alcançar a saúde mental é saber que você não está sozinho e que não tem problema pedir ajuda. Aceitar que se tem uma dificuldade e não se consegue resolver sozinho é um dos pontos mais altos do autoconhecimento. Ninguém é perfeito em tudo; se precisar, procure o apoio de um profissional. A saúde mental deve ser tratada como parte da saúde física e precisa da nossa atenção.

Para mais dicas de como ter uma boa saúde mental e física, acesse Que bem que Faz e confira nossos artigos!


Perguntas frequentes

  • O que é a saúde mental?

    A saúde mental é o estado de bem-estar e equilíbrio no qual o indivíduo desenvolve habilidades pessoais para lidar com as diversas situações cotidianas, diversas e imprevisíveis.

  • Qual a importância da saúde mental?

    A saúde mental é muito importante, pois está diretamente ligada à saúde física e social de uma pessoa. A forma como ela vai lidar com a vida é determinada por uma mente saudável. O equilíbrio diário permite que se tenha uma qualidade de vida maior, com mais facilidade para encarar os conflitos do dia a dia.

  • Quais são os problemas de saúde mental?

    Os problemas mais frequentes ligados à saúde mental são: mal-estar psicológico, ansiedade, estresse exagerado, depressão e determinados vícios.

  • Quais são as causas de saúde mental?

    Algumas práticas diárias podem garantir uma boa saúde mental. O equilíbrio emocional, mental e físico, atrelado a uma boa gestão de tempo, garantem ações e reações mais saudáveis, para uma vida mais sadia.

    Fontes:

    https://www.who.int/publications/i/item/9789241506021

    https://www.saude.ce.gov.br/2020/10/29/especialistas-do-hsm-dao-dicas-de-como-manter-equilibrio-emocional-ao-longo-da-vida/

    https://seconci-rio.com.br/wp/saude-mental-do-trabalhador-a-importancia-do-equilibrio-psicologico/

    https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Saude-Mental

    https://praec.ufla.br/images/Campanhas/CartilhaSaudeMentalUFLA.pdf

    https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/97488/9789243506029_spa.pdf;jsessionid=6C08A48B811C7B2282EC51EFD371B4F0?sequence=1

    https://www.ufmg.br/saudemental/saude-mental/mitos-e-fatos%e2%80%8b/

Fontes:

https://www.who.int/publications/i/item/9789241506021 https://www.saude.ce.gov.br/2020/10/29/especialistas-do-hsm-dao-dicas-de-como-manter-equilibrio-emocional-ao-longo-da-vida/ https://seconci-rio.com.br/wp/saude-mental-do-trabalhador-a-importancia-do-equilibrio-psicologico/ https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Saude-Mental https://praec.ufla.br/images/Campanhas/CartilhaSaudeMentalUFLA.pdf https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/97488/9789243506029_spa.pdf;jsessionid=6C08A48B811C7B2282EC51EFD371B4F0?sequence=1 https://www.ufmg.br/saudemental/saude-mental/mitos-e-fatos%e2%80%8b/

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Rim saudável: qual a função do rim e como mantê-lo saudável

Legenda: 
Rim saudável: homem bebendo água

Uma alimentação saudável no dia a dia é muito importante para que muitas doenças sejam evitadas; entre elas, as doenças renais. Cada vez mais, vemos o quanto uma alimentação de baixa qualidade e o consumo escasso de água afetam a nossa saúde no geral, e em especial a dos rins.

Neste artigo vamos falar um pouco sobre as funções dos rins, as doenças que podem acometer esses órgãos e como manter seu rim saudável.

 

Função dos rins

Os rins são pequenos órgãos que fazem parte do sistema excretor, ou seja, sistema que é responsável por excretar (eliminar) toxinas e componentes que sobraram das atividades do nosso corpo. Eles são de extrema importância, porque mantêm o equilíbrio hídrico – quantidade de água presente no nosso corpo – e eliminam o excesso de água, sais e etc.

Para que essas toxinas e componentes sejam jogados fora, o rim filtra o sangue e retira esses materiais indesejados. E é aí que entra a alimentação.

Um rim saudável consegue cumprir com a produção de hormônios e vitamina D, que são importantes para a formação de glóbulos vermelhos, para a regulação da pressão e o fortalecimento dos ossos. E por aí já vemos que os rins não são importantes apenas para fazer xixi, né?

 

Importância de uma boa alimentação e o consumo de água

Alimentos ricos em sais e outras substâncias, assim como a escassez de água, podem aumentar a probabilidade de formação de cálculos renais – ou, popularmente falando, pedras nos rins. Isso porque o rim filtra o sangue repleto dessas substâncias que não foram diluídas pela água e os “estoca”, formando cristais e pedras.

Tipos de cálculos

Existe mais de um tipo de pedra nos rins e vamos explicar brevemente um pouco sobre cada uma.

1. Cálculo de cálcio: ocorre mais frequentemente em homens e é mais comum entre os 20 e os 30 anos. O cálcio, que é um sal mineral, pode se juntar a outras substâncias como o oxalato (um ácido), o fosfato ou o carbonato.
2. Cálculo de cistina: esses cálculos aparecem em pessoas que têm cistinúria, doença hereditária que altera o transporte de cistina (partícula de proteína) nos rins.
3. Cálculo de estruvita: esses cálculos são mais comuns em mulheres com infecção de urina – infecção no trato urinário –, podendo crescer muito e bloquear o rim.
4. Cálculo de ácido úrico: esses cálculos são mais frequentes em homens e podem ser resultado de uma dieta rica em proteínas, em caso de gota (nome popular da artrite gotosa) ou para quem faz quimioterapia, que elevam o nível de ácido úrico.

Ainda existem outros tipos de “pedras” menos comuns. Mas, em todos os casos, elas causam dor – a famigerada cólica renal – e podem ser extremamente incômodas.

 

Doença renal

A doença renal pode se manter em segredo por um bom tempo, até que começam os sinais de que algo está errado com os seus rins. Alguns sintomas mais frequentes são:

Há outros sintomas em casos mais graves da doença, que afetam o sono, a alimentação e o bem-estar no geral. Caso esteja observando algum desses sintomas, procure auxílio médico.

 

Como manter o rim saudável?

Salvo os casos de doenças hereditárias, a saúde dos rins pode ser garantida pelo consumo ideal de água e uma dieta balanceada. É claro que devemos prestar atenção também em outras coisas, como os nossos hormônios e outros componentes que não estão necessariamente ligados aos rins, mas que podem afetá-los.

Lembramos que o acompanhamento médico frequente é uma das chaves para uma boa saúde dos órgãos e da mente. Mas, para dar uma forcinha, vamos dar algumas dicas para manter seu rim saudável e ter um bem-estar maior.

Alimentação equilibrada

Como já citado anteriormente, a boa alimentação é um dos principais pontos para ter os rins rim saudável. É importante consumir a menor quantidade possível de sal – e isso engloba também comidas ricas em sódio, como embutidos, alimentos em conserva e industrializados.

Outro ponto necessário é o consumo equilibrado de proteínas, como as carnes, leite e derivados. Por mais que as proteínas sejam muito importantes, ingeri-las em excesso pode trazer problemas para os seus rins.

Beba água

A água é muito importante, pois mantém o corpo hidratado e dilui os sais e as substâncias. O consumo ideal de água pode ser visto com um cálculo simples:

Ex: 35mL x seu peso em kg

35m L x 55 kg = 1 925

1 925 / 1000 = 1,9 L/dia

No exemplo vemos que uma pessoa com 55 kg deve consumir, em média, 1,9 litros de água por dia para manter o organismo funcionando da forma mais saudável.

Cuide sempre da sua pressão

É importante sempre estar de olho na sua pressão arterial, para manter tanto os rins quanto o coração saudáveis. Caso perceba uma elevação muito grande da pressão, consulte um especialista e certifique-se do que pode ser.

Evite a automedicação

Tomar muitos remédios por conta própria pode prejudicar seu corpo e a saúde dos seus rins. Por isso, tome a menor quantidade possível de remédios sem prescrição médica.

Cuidado no verão

Muitos casos são vistos durante o verão, porque nesse período as pessoas costumam liberar mais água pelo suor. Então, tome bastante água na época mais quente do ano!

Se você gostou desse artigo, recomendamos que explore o site do Que Bem que Faz e leia mais textos interessantes sobre alimentação e saúde.


Perguntas frequentes

  • Como saber que estou com infecção nos rins?

    Os principais sintomas são: dor intensa próxima à região da lombar, dor e ardor ao fazer xixi. Isso pode vir acompanhado de febres e náuseas, além de cor e cheiro diferentes na urina.

  • Como diferenciar dor no rim e dor nas costas?

    Geralmente a dor nos rins é repentina e muito intensa, além de constante. Já as dores nas costas podem variar bastante e não ser constantes, melhorando quando a pessoa se deita ou acomoda melhor a coluna.

    Fontes

    https://www.pfizer.com.br/noticias/ultimas-noticias/rins-por-que-eles-sao-tao-importantes-e-como-cuidar-deles

    https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/artigo_litiase_renal_baruc.pdf

    https://bjnephrology.org/wp-content/uploads/2019/11/jbn_v27n4a10.pdf

Fontes

https://www.pfizer.com.br/noticias/ultimas-noticias/rins-por-que-eles-sao-tao-importantes-e-como-cuidar-deles https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/artigo_litiase_renal_baruc.pdf https://bjnephrology.org/wp-content/uploads/2019/11/jbn_v27n4a10.pdf

Esse artigo foi: Criado por Nutricionistas